Um blog que retrata única e exclusivamente de esportes em geral. Uma forma para que eu possa expressar os meus pensamentos e ideias sobre os esportes e as suas atualidades.
sábado, 29 de maio de 2021
Chelsea BICAMPEÃO da Champions
sábado, 22 de maio de 2021
Atlético de Madrid campeão espanhol 2020/2021
Na temporada 2013/2014, o Atlético de Madrid retratou uma ideia e foi campeão espanhol ao superar os super times de Barcelona e Real Madrid. Quem poderia imaginar que o futuro poderia ser tão imprevisível e até mesmo distópico para os comandados de Diego Simeone?
Em primeiro lugar, é importante ressaltar a força mental e a determinação de um grupo que foi até o seu limite para enfim voltar a ser campeão em La Liga, consequência do desenvolvimento e árduo trabalho do treinador argentino à frente dos Colchoneros. Não foi ao acaso, tampouco pelo demérito dos demais concorrentes, pois o atleti já iniciou o campeonato mostrando a todos que o roteiro voltaria a ser diferente.
De acordo com o que foi estabelecido na temporada passada, o futebol atual - da pandemia - passa por uma série de fatores que permitem os sonhos mais distantes e, por vezes, impossíveis (?); Foi dessa maneira que o clube mais simpático da capital espanhola foi buscar peças que pudessem dar aquele "UP" na disputa local. A contratação de Suarez caiu como uma luva no esquema de Diego, já que teria um cara já ambientado ao futebol espanhol, goleador, e muito batalhador - algo que personifica as ideias do treinador e da torcida. Llorente foi de uma exuberância ímpar, atuando em diversas funções e garantindo gols e participações neles. Já Oblak segue como um dos melhores goleiros do mundo, salvou a equipe em diversas ocasiões.
Apesar das oscilações já no segundo turno, a cabeça não foi para o espaço. Foi no 2x1 diante do Valladolid, na última rodada fora de casa, que o time alcançou sua 11a Liga. A vantagem para o grande rival era de dois pontos. O intervalo dos jogos apontava: Real Madrid 0-1 Villarreal, Valladolid 1-0 Atlético. Mas, para não depender de um resultado negativo do Madrid, o time virou a partida com gols de Correa e Suarez. Enquanto isso, Benzema e Modric viraram o jogo para os Merengues, dando mais emoção ao campeonato. No fim, vitória e caneco para celebrar a grande conquista de uma equipe incansável, que tem em Diego Simeone - há 10 anos no cargo, e com oito títulos - sua grade bandeira.
Por fim, que o Atleti permaneça com esse nível de competitividade por vários anos. O futebol agradece.
sábado, 8 de maio de 2021
Barça e Atleti empatam, e Madrid pode virar líder amanhã
quarta-feira, 5 de maio de 2021
Chelsea vence o Madrid e vai à final da Champions
terça-feira, 4 de maio de 2021
City, enfim, finalista da Champions
quinta-feira, 29 de abril de 2021
Barça derrapa em casa contra o Granada
Na temporada tão conturbada e repleta de confusões, o clube catalão ousou sonhar com o doblete (dois títulos). Mas, para isso, seria necessário superar o Granada, que quase complicou a vida dos blaugranas em janeiro, em partida válida pela Copa do Rei. Ou seja, a situação era mais complicada do que se imaginava - especialmente pelo ótimo trabalho feito pelo técnico Diego Martínez.
Primeiro tempo mais intenso, com Messi abrindo o placar após ótima tabelinha com Griezmann. O time seguiu criando oportunidades e, como vem acontecendo corriqueiramente na temporada, desperdiçando-as. Mas até aí estava tudo bem. Eis que os visitantes mudaram a postura na segunda etapa, especialmente com jogadas pelos lados do campo, explorando ao máximo a faixa direita da defesa catalã. Foi assim que os Nazaríes viraram o jogo, sobretudo com a baixa intensidade por parte do Barcelona no momento da marcação.
Bem, é incrível como os comandados de Koeman - expulso no segundo tempo - não sabem finalizar/matar as partidas. Um certo tipo de sofrimento por vezes sem necessidade. Méritos ao Granada, que soube aproveitar as oportunidades dentro sua ideia de jogo, dentro daquilo que lhe era possível. Quanto ao culés, não dependem mais de si para faturar a Liga. Restam cinco jogos, não há tempo para lamentar.
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
terça-feira, 27 de agosto de 2019
US Open 2019 - masc e fem
Quais seriam os favoritos?
Farei minhas apostas.
Masculino:
Favoritos: Nadal e Djoko.
Ataque ao título: Medvedev.
Vale a pena ficar de olho: Federer, Wawrinka, Nishikori, Zverev (sai, zica).
Por causa do calendário exaustivo, deixarei Thiem de fora.
FEMININO
Sempre repleto de surpresas, então vai muito de como percebo as nuances.
FAVORITA: Serena
Ataque ao título: Andreescu. Talvez, hoje, quem consiga enfrentar a Williams.
Pode aprontar: Svitolina, Bencic, Halep (apesar do moral baixo), Pliskova, Osaka.
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
A problemática lateral-direita do Barcelona
quinta-feira, 25 de julho de 2019
Pia Sundhage assume o comando da seleção feminina de futebol
sábado, 13 de julho de 2019
EUA vencem o Brasil nas semis da Liga das Nações de Vôlei
A semifinal entre EUA e Brasil foi até mais equilibrada do que imaginei. Ontem, após vencermos o Irã, relatei a dificuldade. Seleção norte americana joga redondinho. Ainda assim, ótimos cinco sets.
Primeiro set terrível do Brasil em erros ao adversário, contra-ataques desperdiçados. Os EUA, por sua vez, com ritmo intenso através da alimentação boas distribuições de Christenson (levantador) para Anderson e Sandler.
Visando aperfeiçoar o ataque, os comandados de Renan elevaram o % no ataque, anularam os americanos ao tocar - defensivamente - em quase todos os ataques. Destaque para o forte entrosamento entre Cachopa, Leal e Lucarelli. Partida empatada.
Terceiro set com a seleção brasileira sempre à frente no placar, controlando as ações ofensivas. Ótimo set de Lucarelli.
Quarto set perfeito da recepção estadunidense. Shoji (líbero) recepcionando nas mãos do levantador; saque flutuante eficiente; alterações bem feitas.
Infelizmente, após uma queda elevadíssima de potência e concentração na recepção, o Brasil perdeu a partida. Sempre valorizando a partida monumental dos Estados Unidos.
Resta ao Brasil repensar alguns pontos, se preparar muito bem para o pré-olímpico.
Halep atropela Serena e fatura Wimbledon
A romena Simona Halep venceu, hoje (13), Serena Williams e conquistou seu primeiro título na grama sagrada de Wimbledon. Com duplo 6/2, mediante volume de jogo insano, alcançou seu segundo Major na carreira - ergueu o troféu em Roland Garros 2018.
Serena nada pôde fazer. Os diversos erros não-forçados foram provocados pelo estilo elétrico e perfeito de Halep. O backhand da estadunidense foi bastante castigado durante o embate. A mais nova das Williams parecia nervosa, incrédula com o que estava acontecendo.
Partida de domínio absoluto de Halep. Chegou em todas as bolas, angulou o saque, mexeu a adversária de um lado para o outro, devoluções na linha de base, raríssimos erros etc. O volume foi assustador, especialmente em se tratando de um confronto que estava 9-1 pró-Serena.
Conquista merecida ao olhar para o torneio. Simona manteve-se firme, sólida no fundo, agressiva nos ataques. Após oscilar bastante ao vencer Roland Garros, retomou seu melhor tênis no Major inglês.
sexta-feira, 12 de julho de 2019
Brasil vence Irã e vai às semis da VNL no vôlei Masc.
Foi no sufoco, no sofrimento, mas a seleção brasileira venceu o Irã por 3-2. O duelo definiu o último classificado do grupo às semifinais, já que a Polônia havia vencido seus dois compromissos.
Todos sabemos que o Vôlei, no geral, está muito nivelado, com países apresentando projetos fortíssimos a longo prazo, e o Irã é um deles. Marouf e Gafour são ótimos. Mesmo com 2-0 abaixo, foram buscar o empate. Muita velocidade e potência nos
Destaque para o bloqueio, com seus 14 pontos no fundamento; Alan (atacante) entrou muito bem; Bruninho e Cachopa (levantadores) souberam distribuir o jogo, apesar das adversidades; Lucarelli focado em pontos decisivos.
Pontos que podem ser alertados: Thales (líbero) precisa caprichar no passe, esteve mal hoje; Wallace não parece estar 100%.
Não consigo sentir confiança no time para a reta final. Claro, em se tratando de vôlei brasileiro, o nível pode aumentar, as peças encaixarem perfeitamente. Resta esperar.
Barcelona anuncia Griezmann
O Barcelona anunciou hoje (12) a contratação do francês Griezmann. Namoro antigo, o clube catalão pagou 120 milhões de euros pelo atacante ex-Atlético de Madrid. O clube colchonero alega que barça e Griezmann acertaram o acordo antes de 01/07 (data limite para a multa de 200 de euros), portanto houve uma quebra "cavalheiresca" das tratativasuas
entre as partes.
Bem, trata-se de um ótimo nome ao analisar apenas a regularidade em campo nos últimos anos. Griezmann é o jogador capaz de potencializar qualquer equipe, atacante inteligente e com doações de gols e assistências. Não há dúvidas.
Minha grande interrogação, não de hoje, encontra-se no aspecto tático. Habituado a jogar próximo ao gol, especificamente como segundo-atacante, Griezmann se reinventou e elevou seu patamar atuando na função citada. No barça, analisando o que vejo atualmente, atuaria na zona de campo ocupada por Lionel Messi. Pode atuar pela ponta? Sim, até porque foi onde iniciou a carreira. Mas retiraria o que possui de melhor: movimentação, chegada ao gol.
Outro questionamento recorrente: momento defensivo. No Atleti de Simeone, moldado no 442, pressionava junto com o centroavante na primeira linha. Os blaugranas também marcam no 442, com Messi exercendo a função supracitada. Dito isso, Griezmann faria a recomposição pelo lado do campo? Todo bom jogador pode se enquadrar perfeitamente aos diversos esquemas. No entanto, pegando o melhor futebol do francês, não seria tão viável.
Quando Valverde não puder contar com a dupla de frente, ou com um deles, seria interessante colocar o francês de "falso 9". Não se trata de onde rende mais, no entanto o colocaria próximo da zona de gol, sendo letal pelo setor. Para isso será preciso ter movimentação, chegada dos meias, flutuação.
Gosto do nome, sou reticente às características e funções incoerentes. Resta esperar e analisar as ideias do técnico Ernesto Valverde.
domingo, 7 de julho de 2019
Brasil de Tite vence a Copa América 2019
A pressão sobre o técnico, antes do torneio, era enorme. Já não mais se tratava apenas de desempenho, o que realmente importava para torcida e CBF (a cúpula nefasta) era o título. Sabendo disso, Tite fez suas escolhas. Deu certo...aos trancos e barrancos.
Hoje, mais precisamente dia 07 de julho de 2019, a seleção brasileira entrou no Maracanã disposta a dar uma resposta aos seus críticos, por mais que algumas tenham sido justas. Vitória incontestável por 3x1 para cima do Peru - que surpreendeu pela boa campanha. Será que Tite terá mais tranquilidade? O treinador permanecerá no cargo?
Apesar das oscilações na partida, gostei do modo como a equipe se comportou durante os noventa minutos. A seleção peruana, que tanto sufocou Uruguai e Chile, nada pôde fazer contra as investidas no mano a mano de Everton "cebolinha", no gerenciamento de Arthur pelo meio, e mesmo após a expulsão (22 da segunda etapa) de G. Jesus, mostrou ser bem inferior ao Brasil. O Peru, de Guerrero e c&a, tem em mente que foi além do esperado.
Brasil volta a conquistar o torneio sul-americano após 12 anos de jejum, depois de uma fase de grupos sem empolgar tanto, o susto contra o Paraguai nas quartas, o jogo pegado contra os argentinos nas semis. Título merecido.
Agora é pensar nas eliminatórias, moldar a nova geração, desfrutar o momento. Particularmente, após um torneio pobre de ideias e aspectos técnicos, fico com a evolução monstruosa de Cebolinha como a grande obra-prima, o lado significativo de uma conquista sem seu principal jogador.
É TETRA! Hegemonia dos EUA no Mundial Feminino de Futebol
O plano, pode-se assim dizer, caiu por terra no começo da segunda etapa, quando Van der Gragt cometeu um pênalti infantil em Alex Morgan. Destaque da equipe dentro e fora dos gramados, Megan Rapinoe abriu o marcador. Pronto, foi o balde de água fria no aspecto mental da seleção europeia, que em seguida viu Rose Lavelle - em ótima jogada individual - aumentar o placar. O golpe foi duro, a cabeça das meninas da Holanda foi para o espaço, tanto que os EUA cansaram de perder boas oportunidades logo em seguida. A seleção dirigida por Sarina Wiegman, por sua vez, tentou esporadicamente diminuir o prejuízo através dos passes longos de Spitse; em raras jogadas individuais de Beerensteyn; no jogo mais pensante de Van de Donk.
Título merecido, principalmente para a seleção que melhor desenvolveu aspectos táticos, técnicos e mentais. O projeto por lá surge desde cedo nas escolas, sendo ainda mais potencializados e desenvolvidos nas universidades. Futebol feminino nos Estados Unidos é algo sério, bastante profissional, com direcionamento total ao crescimento da modalidade. Aplausos também ao projeto holandês, que vem colhendo frutos pela iniciativa profissional adotada em 2004, não visando apenas resultados, mas sim a continuidade do esporte - não à toa venceram o campeonato europeu em 2017.
Aliás, Copa do Mundo de EXTREMO SUCESSO de público, de telespectadores, patrocinadores, participantes, debates, visibilidade etc. Muitos países, não de hoje, alavancando a modalidade. Somente no Brasil, mesmo após aquela "era de ouro" entre 2004-2008, preferiu regredir e não profissionalizar-se.
Gostei bastante dos avanços técnicos e táticos. De seleções como Itália, Inglaterra, Espanha, França, Japão, Argentina. O caneco ficou em boas mãos. Fica a impressão de que a evolução coletiva abrirá portas para que em breve o nível de competitividade seja ainda maior.
PARABÉNS, MEGAN RAPINOE! MELHOR JOGADORA DO MUNDIAL!















